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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Kim DotCom quer criar a sua própria versão da Internet

Kim DotCom entende ser um visionário e os produtos que cria mostram parte da sua forma diferente de ver o mundo e em particular a Internet.
Acusado por muitos de apenas fomentar a pirataria de conteúdos e a partilha ilegal de ficheiros, a verdade é que tem do lado ele uma legião de fãs e de seguidores.
Depois de apresentar alguns dos serviços mais carismáticos da Internet, quer agora reinventá-la e apresentar a sua versão, livre de controlo e de censura.



A ideia de Kim DotCom é está ainda muito longe de ser uma realidade, mas o que partilhou na sua conta do Twitter dá conta da sua vontade de criar a MegaNet.
Esta será uma versão muito diferente da Internet que temos hoje, livre de qualquer controlo e de censura. Esta ideia de DotCom quer vingar e assim tornar-se um standard, quebrando os padrões definidos.
Para conseguir criar este novo modelo, mais aberto e mais virado para os utilizadores, Kim DotCom quer que a MegaNet seja descentralizada e livre de ser baseada em endereços IP, usando o blockchain, um dos mecanismos que os Bitcoins usam.

Mais aqui...

Fonte_http://pplware.sapo.pt/


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Firefox prepara-se para dispensar a utilização do Flash Player

Um dos grandes problemas da Internet são algumas das tecnologias ainda usadas e que consomem recursos de forma anormal. Um desses problemas está no flash e nos conteúdos que ainda existem espalhados pela Internet.
Se a maioria dos browsers ainda depende da instalação do Flash Player, há já alguns que têm os seus players nativos. O Firefox foi o mais recente a aderir a este modelo e a sua versão Nightly tem já disponível a sua solução.
Para contornar o problema do Flash, que vai muito além do problema do consumo de recursos, a Mozilla criou uma solução que permite a todos os utilizadores acederem a estes conteúdos sem depender do Flash.
As versões Nightly do Firefox estão já preparadas para usar este componente de forma nativa e para reproduzir os conteúdos Flash.
Através da utilização do Shumway é já possível ter acesso a vários conteúdos de forma muito mais fluída e controlada dentro do browser da Mozilla.
Esta integração vai garantir que os utilizadores têm disponíveis as mais recentes versões dos players necessários para reproduzir os conteúdos Flash, mas sempre actualizados e livres de problemas de segurança.
Ao estar embebido no browser, o Shumway consegue uma integração plena e com o acesso mais controlado aos recursos que estão disponíveis, garantindo performances melhores, não apenas do próprio leitor de conteúdos Flash, mas também do próprio browser.
Apesar de estar já dentro do browser da Mozilla, o Shumway está ainda limitado nos conteúdos que consegue reproduzir e também não está activo por omissão.
Para o poderem usar precisam de aceder às definições do Firefox – about:config – e alterar o parâmetro shumway.disabled de true para false.
Existem ainda outras limitações, estando para já apenas preparado para reproduzir os conteúdos que estão na Amazon.com.
Esta mudança, que para já podem usar os utilizadores das versões Nightly do Firefox para Windows e para OSX, vem quebrar a dependência que existe do player Flash que todos nos habituámos a usar e que tantos problemas apresentam.
O Shumway chegará mais tarde às outras versões do Firefox, deixando também de estar limitadas ao Desktop, sendo alargada às versões móveis deste browser.
A chegada do Shumway vem abrir as portas para uma web ainda mais livre do Flash e de outras tecnologias que até agora a tem impedido de crescer.

Homepage: Firefox Nightly
Fonte_pplware.sapo.pt


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Chegou o Firefox 35! Nunca foi tão fácil comunicar com vídeo

Esta nova versão traz já suporte para o Firefox Hello

A Mozilla anunciou recentemente mais uma versão do famoso Firefox. Este browser continua a ser um dos preferidos dos utilizadores devido à sua performance, segurança e conjunto de funcionalidades vastas que oferece.

Esta nova versão traz várias novidades bastante interessantes. Vamos conhecê-las.

O Chrome continua a ser o browser preferido dos utilizadores com uma adopção de 61.6 %, segundo dados do w3schools. O Firefox ainda continua muito em baixo, com 23.6 % mas a Mozilla tudo tem feito para cativar os utilizadores.O Firefox é no entanto considerado o mais rápido (resultados Tom’s Hardware Web Browser Grand Prix XVI)

Esta nova versão destaca-se por trazer a funcionalidade Firefox Hello que permite, em tempo real, estabelecer uma comunicação em áudio ou vídeo sem a necessidade de usar qualquer tipo de plug-in.
 É só carregar, enviar o link (por e-mail ou directamente) ao destinatário e está pronto para comunicar.

Para actualizar facilmente a vossa versão acedendo a  Ajuda > Sobre o Firefox. Caso pretendam instalar de raiz, basta que façam o download através do link seguinte.

Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows/ Mac/ Linux
Download: Escolha aqui a sua versão
Homepage: Firefox
Fonte_pplware.sapo.pt


Caricatura de Maomé no regresso do "Charlie Hebdo" indigna líderes muçulmanos


Um líder religioso do Irão disse que a capa equivale "a declarar guerra a todos os muçulmanos".

A capa desta semana do jornal satírico "Charlie Hebdo", a primeira desde o ataque terrorista da semana passada, está a causar indignação na comunidade muçulmana do Médio Oriente, por representar, mais uma vez, a figura de Maomé.

Sob o título "Tout est pardonnés" (Tudo está perdoado), a capa mostra uma caricatura de Maomé, triste e com uma lágrima no canto do olho, a segurar um cartaz onde se lê "Je suis Charlie", a expressão que ficou associada ao movimento global pela liberdade de expressão e contra o terrorismo que surgiu após o ataque.

Cartoons deste tipo "alimentam sentimentos de ódio e ressentimento entre as pessoas" e publicá-los "mostra desrespeito" pelos sentimentos muçulmanos, considerou o grande mufti de Jerusalém e da Palestina, Mohammed Hussein.

No Irão, o líder religioso conservador Nasser Makarem-Shirazi diz mesmo que as páginas satíricas são equivalentes "a declarar guerra a todos os muçulmanos".

A Universidade Al-Azhar, no Egipto, apelou a todos os muçulmanos que ignorem a capa com Maomé, que considerou "uma frivolidade odiosa".

Na Argélia, o jornal diário "Echorouk" respondeu ao "Charlie Hebdo" com a frase "Somos todos Maomé". Na Turquia, um outro matutino publicou alguns excertos da nova edição do jornal satírico, mas deixou de fora a capa.

O responsável pelo cartoon da edição "de sobrevivente", como o próprio jornal a classificou, foi Renald Luzier, ou "Luz".  "Escrevi 'tudo está perdoado' e chorei", explicou em conferência de imprensa. "Esta é a nossa capa. Não era aquela que os terroristas queriam que desenhássemos. Não estou preocupado, confio na inteligência das pessoas, na inteligência do humor", declarou.

Fonte_Renascença