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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Ministério da Saúde e Gilead chegam a acordo sobre medicamento para hepatite C

Finalmente uma boa Notícia.....

A última proposta conhecida era de 24 mil euros por três meses de tratamento mais três gratuitos caso fosse necessário prolongar.
O Ministério da Saúde já chegou a acordo com o Gilead para o fornecimento de medicamentos para a hepatite C.
O diretor do laboratório veio de Genebra e esteve esta quinta-feira reunido no Infarmed e Ministério da Saúde. 
A última proposta conhecida era de 24 mil euros por três meses de tratamento mais três gratuitos caso fosse necessário prolongar. 
Em espanha, o medicamento é vendido a 25 mil euros. 
A confirmar-se este valor, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, consegue uma redução de 50% num medicamento que disse dar 5000% de lucro à farmacêutica.


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Caricatura de Maomé no regresso do "Charlie Hebdo" indigna líderes muçulmanos


Um líder religioso do Irão disse que a capa equivale "a declarar guerra a todos os muçulmanos".

A capa desta semana do jornal satírico "Charlie Hebdo", a primeira desde o ataque terrorista da semana passada, está a causar indignação na comunidade muçulmana do Médio Oriente, por representar, mais uma vez, a figura de Maomé.

Sob o título "Tout est pardonnés" (Tudo está perdoado), a capa mostra uma caricatura de Maomé, triste e com uma lágrima no canto do olho, a segurar um cartaz onde se lê "Je suis Charlie", a expressão que ficou associada ao movimento global pela liberdade de expressão e contra o terrorismo que surgiu após o ataque.

Cartoons deste tipo "alimentam sentimentos de ódio e ressentimento entre as pessoas" e publicá-los "mostra desrespeito" pelos sentimentos muçulmanos, considerou o grande mufti de Jerusalém e da Palestina, Mohammed Hussein.

No Irão, o líder religioso conservador Nasser Makarem-Shirazi diz mesmo que as páginas satíricas são equivalentes "a declarar guerra a todos os muçulmanos".

A Universidade Al-Azhar, no Egipto, apelou a todos os muçulmanos que ignorem a capa com Maomé, que considerou "uma frivolidade odiosa".

Na Argélia, o jornal diário "Echorouk" respondeu ao "Charlie Hebdo" com a frase "Somos todos Maomé". Na Turquia, um outro matutino publicou alguns excertos da nova edição do jornal satírico, mas deixou de fora a capa.

O responsável pelo cartoon da edição "de sobrevivente", como o próprio jornal a classificou, foi Renald Luzier, ou "Luz".  "Escrevi 'tudo está perdoado' e chorei", explicou em conferência de imprensa. "Esta é a nossa capa. Não era aquela que os terroristas queriam que desenhássemos. Não estou preocupado, confio na inteligência das pessoas, na inteligência do humor", declarou.

Fonte_Renascença