Kim DotCom entende ser um visionário e os produtos que cria mostram
parte da sua forma diferente de ver o mundo e em particular a Internet.
Acusado por muitos de apenas fomentar a pirataria de conteúdos e a
partilha ilegal de ficheiros, a verdade é que tem do lado ele uma legião
de fãs e de seguidores.
Depois de apresentar alguns dos serviços mais carismáticos da
Internet, quer agora reinventá-la e apresentar a sua versão, livre de
controlo e de censura.
A ideia de Kim DotCom é está ainda muito longe de ser uma realidade, mas o que partilhou na sua conta do Twitter dá conta da sua vontade de criar a MegaNet.
Esta será uma versão muito diferente da Internet que temos hoje,
livre de qualquer controlo e de censura. Esta ideia de DotCom quer
vingar e assim tornar-se um standard, quebrando os padrões definidos.
Para conseguir criar este novo modelo, mais aberto e mais virado para
os utilizadores, Kim DotCom quer que a MegaNet seja descentralizada e
livre de ser baseada em endereços IP, usando o blockchain, um dos
mecanismos que os Bitcoins usam.
Mais aqui...
Fonte_http://pplware.sapo.pt/
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Firefox prepara-se para dispensar a utilização do Flash Player
Um dos grandes problemas da Internet são algumas das tecnologias
ainda usadas e que consomem recursos de forma anormal. Um desses
problemas está no flash e nos conteúdos que ainda existem espalhados
pela Internet.
Se a maioria dos browsers ainda depende da instalação do Flash Player, há já alguns que têm os seus players nativos. O Firefox foi o mais recente a aderir a este modelo e a sua versão Nightly tem já disponível a sua solução.
Para contornar o problema do Flash, que vai muito além do problema do consumo de recursos, a Mozilla criou uma solução que permite a todos os utilizadores acederem a estes conteúdos sem depender do Flash.
As versões Nightly do Firefox estão já preparadas para usar este componente de forma nativa e para reproduzir os conteúdos Flash.
Através da utilização do Shumway é já possível ter acesso a vários conteúdos de forma muito mais fluída e controlada dentro do browser da Mozilla.
Esta integração vai garantir que os utilizadores têm disponíveis as mais recentes versões dos players necessários para reproduzir os conteúdos Flash, mas sempre actualizados e livres de problemas de segurança.
Ao estar embebido no browser, o Shumway consegue uma integração plena e com o acesso mais controlado aos recursos que estão disponíveis, garantindo performances melhores, não apenas do próprio leitor de conteúdos Flash, mas também do próprio browser.
Apesar de estar já dentro do browser da Mozilla, o Shumway está ainda limitado nos conteúdos que consegue reproduzir e também não está activo por omissão.
Para o poderem usar precisam de aceder às definições do Firefox – about:config – e alterar o parâmetro shumway.disabled de true para false.
Existem ainda outras limitações, estando para já apenas preparado para reproduzir os conteúdos que estão na Amazon.com.
Esta mudança, que para já podem usar os utilizadores das versões Nightly do Firefox para Windows e para OSX, vem quebrar a dependência que existe do player Flash que todos nos habituámos a usar e que tantos problemas apresentam.
O Shumway chegará mais tarde às outras versões do Firefox, deixando também de estar limitadas ao Desktop, sendo alargada às versões móveis deste browser.
A chegada do Shumway vem abrir as portas para uma web ainda mais livre do Flash e de outras tecnologias que até agora a tem impedido de crescer.
Homepage: Firefox Nightly
Fonte_pplware.sapo.pt
Se a maioria dos browsers ainda depende da instalação do Flash Player, há já alguns que têm os seus players nativos. O Firefox foi o mais recente a aderir a este modelo e a sua versão Nightly tem já disponível a sua solução.
Para contornar o problema do Flash, que vai muito além do problema do consumo de recursos, a Mozilla criou uma solução que permite a todos os utilizadores acederem a estes conteúdos sem depender do Flash.
As versões Nightly do Firefox estão já preparadas para usar este componente de forma nativa e para reproduzir os conteúdos Flash.
Através da utilização do Shumway é já possível ter acesso a vários conteúdos de forma muito mais fluída e controlada dentro do browser da Mozilla.
Esta integração vai garantir que os utilizadores têm disponíveis as mais recentes versões dos players necessários para reproduzir os conteúdos Flash, mas sempre actualizados e livres de problemas de segurança.
Ao estar embebido no browser, o Shumway consegue uma integração plena e com o acesso mais controlado aos recursos que estão disponíveis, garantindo performances melhores, não apenas do próprio leitor de conteúdos Flash, mas também do próprio browser.
Apesar de estar já dentro do browser da Mozilla, o Shumway está ainda limitado nos conteúdos que consegue reproduzir e também não está activo por omissão.
Para o poderem usar precisam de aceder às definições do Firefox – about:config – e alterar o parâmetro shumway.disabled de true para false.
Existem ainda outras limitações, estando para já apenas preparado para reproduzir os conteúdos que estão na Amazon.com.
Esta mudança, que para já podem usar os utilizadores das versões Nightly do Firefox para Windows e para OSX, vem quebrar a dependência que existe do player Flash que todos nos habituámos a usar e que tantos problemas apresentam.
O Shumway chegará mais tarde às outras versões do Firefox, deixando também de estar limitadas ao Desktop, sendo alargada às versões móveis deste browser.
A chegada do Shumway vem abrir as portas para uma web ainda mais livre do Flash e de outras tecnologias que até agora a tem impedido de crescer.
Homepage: Firefox Nightly
Fonte_pplware.sapo.pt
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015
Ministério da Saúde e Gilead chegam a acordo sobre medicamento para hepatite C
Finalmente uma boa Notícia.....
A última proposta conhecida era de 24 mil euros por três meses de tratamento mais três gratuitos caso fosse necessário prolongar.
A última proposta conhecida era de 24 mil euros por três meses de tratamento mais três gratuitos caso fosse necessário prolongar.
O Ministério da Saúde já chegou a acordo com o Gilead para o fornecimento de medicamentos para a hepatite C.
O diretor do laboratório veio de Genebra e esteve esta quinta-feira reunido no Infarmed e Ministério da Saúde.
A última proposta conhecida era de 24 mil euros por
três meses de tratamento mais três gratuitos caso fosse necessário
prolongar.
Em espanha, o medicamento é vendido a 25 mil euros.
A confirmar-se este valor, o ministro da Saúde, Paulo
Macedo, consegue uma redução de 50% num medicamento que disse dar 5000%
de lucro à farmacêutica.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Sygic
Siga a rota certa com a aplicação Sygic
Se há aplicação que vale sempre a pena ter instalada no telemóvel, mesmo que não lhe dê grande uso, é uma de mapas e geolocalização. A Sygic usa mapas da TomTom e pode ser usada sem ligação à Internet.
O utilizador até pode ter um excelente sentido de orientação, mas algum
dia, em algum momento, pode precisar de saber onde está, para onde vai
ou qual a forma mais rápida de "lá" chegar. É por isso que uma aplicação
de mapas e geolocalização é daquelas ferramentas indispensáveis num
smartphone.
A sugestão de hoje, o sistema de navegação Sygic, está disponível para Windows Phone, Android e iOS. E tem acima de tudo dois factores apelativos: o suporte de mapas TomTom e a possibilidade de usar a aplicação em modo offline.
É certo que não é a única, mas é mais uma alternativa ao que pode ser encontrado nas lojas de aplicações dos principais sistemas operativos móveis.
Apesar de ser gratuita, os interessados podem comprar a "evolução" da aplicação que além de garantir mapas, rotas e locais de interesse, garante também modos de visualização em 3D, navegação de voz turn-by-turn, indicadores de melhor via de circulação e alertas sonoros de excesso de velocidade.
A sugestão de hoje, o sistema de navegação Sygic, está disponível para Windows Phone, Android e iOS. E tem acima de tudo dois factores apelativos: o suporte de mapas TomTom e a possibilidade de usar a aplicação em modo offline.
É certo que não é a única, mas é mais uma alternativa ao que pode ser encontrado nas lojas de aplicações dos principais sistemas operativos móveis.
Apesar de ser gratuita, os interessados podem comprar a "evolução" da aplicação que além de garantir mapas, rotas e locais de interesse, garante também modos de visualização em 3D, navegação de voz turn-by-turn, indicadores de melhor via de circulação e alertas sonoros de excesso de velocidade.
sábado, 31 de janeiro de 2015
The Pirate Bay volta a estar online
Depois de ter sido desligado pelas autoridades, em Dezembro de 2014, o The Pirate Bay,
o mais popular site de torrents, volta a estar online. O site apresenta
agora o logótipo de uma fénix em vez do tradicional navio pirata e está
totalmente operacional.
O The Pirate Bay, um dos mais populares sites de partilha de conteúdos (muitos deles ilegais) que existe na Internet, voltou de novo ao activo (um dia antes de acordo com o que estava previsto). Após mais de 7 semanas e com muita história contada pelos mais diversos canais informativos, o The Pirate Bay volta a estar disponível no domínio oficial.
Segundo o Torrent Freak, a perda de informação foi mínima (pois as BD mostram que os últimos registos são de 9 de Dezembro, altura em que o The Pirate Bay foi encerrado) e apenas algumas páginas não estão a funcionar.
Em termos de interface as alterações foram mínimas e apenas sobressai a troca de logótipo.
De relembrar que o serviço foi bloqueado em Portugal pela Vodafone e já recentemente em Espanha, pela mesma operadora. Após o encerramento do The Pirate Bay, o “ concorrente” IsoHunt disponibilizou uma cópia do serviço. O The Pirate Bay tem vindo a tornar-se no inimigo público número um dos organismos que defendem os direitos de autor e outros na mesma linha de acção. A reactivação do site é um sinal que não é fácil parar este tipo de serviços até porque têm uma “Super Camuflagem“.
thepiratebay
Fonte_pplware.sapo.pt
O The Pirate Bay, um dos mais populares sites de partilha de conteúdos (muitos deles ilegais) que existe na Internet, voltou de novo ao activo (um dia antes de acordo com o que estava previsto). Após mais de 7 semanas e com muita história contada pelos mais diversos canais informativos, o The Pirate Bay volta a estar disponível no domínio oficial.
Segundo o Torrent Freak, a perda de informação foi mínima (pois as BD mostram que os últimos registos são de 9 de Dezembro, altura em que o The Pirate Bay foi encerrado) e apenas algumas páginas não estão a funcionar.
Em termos de interface as alterações foram mínimas e apenas sobressai a troca de logótipo.
De relembrar que o serviço foi bloqueado em Portugal pela Vodafone e já recentemente em Espanha, pela mesma operadora. Após o encerramento do The Pirate Bay, o “ concorrente” IsoHunt disponibilizou uma cópia do serviço. O The Pirate Bay tem vindo a tornar-se no inimigo público número um dos organismos que defendem os direitos de autor e outros na mesma linha de acção. A reactivação do site é um sinal que não é fácil parar este tipo de serviços até porque têm uma “Super Camuflagem“.
thepiratebay
Fonte_pplware.sapo.pt
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Mixórdia de Temáticas - Certos aspectos
Fonte_radiocomercial
Fundador do Charlie diz que o editor "arrastou" a equipa para a morte
Stéphane Charbonnier, ou Charb como era conhecido, era o editor do Charlie
Um dos fundadores do jornal satírico acusa Charb, uma das vítimas do atentado da semana passada, de "arrastar a equipa" para a morte, "exagerando" nos cartoons
Henri Roussel, 80 anos, contribuiu para a primeira edição do Charlie
Hebdo pós-ataque, o número especial que foi ontem para as bancas com uma
tiragem de cinco milhões de exemplares. Mas num texto dirigido ao
editor assassinado, Stéphane Charbonnier, publicado na revista Nouvel Obs, o fundador afirma que lhe atribui culpas pelo massacre da semana passada.
Considerando-o um "rapaz fantástico", Henri Roussel critica, no entanto, o editor, a quem acusa de teimosia e de arrastar a equipa para o "exagero", referindo-se à capa de 2011, com o profeta Maomé.
"Não o devia ter feito mas Charb voltou a fazê-lo um ano mais tarde, em setembro de 2012", recorda.
A acusação, na edição desta semana da Nouvel Obs, irritou o advogado do Charlie Hebdo há 22 anos, Richard Malka, que respondeu com uma mensagem indignada a um dos donos da Nouvel Obs e do Le Monde.
"O Charb ainda nem foi enterrado e a Obs não encontra nada melhor para fazer do que publicar uma peça polémica e venenosa sobre ele", lamenta. "No outro dia, o editor da Nouvel Obs, Matthieu Croissandeau, não podia chorar mais enquanto dizia que ia continuar a lutar. Não sabia que a ideia era esta", acrescenta.
Croissandeau já respondeu: "Recebemos este texto e depois de um debate decidi publicá-lo numa edição com liberdade de expressão. Parecer-me-ia preocupante censurar esta voz, mesmo sendo discordante, Em particular porque esta voz é uma das pioneiras do grupo".
Esta não é a primeira vez que Roussel discorda publicamente do Charlie moderno, tendo acusado o antecessor de Charbonnier de transformar a publicação num órgão islamofóbico e zionista.
Fonte_visao.sapo.pt
Considerando-o um "rapaz fantástico", Henri Roussel critica, no entanto, o editor, a quem acusa de teimosia e de arrastar a equipa para o "exagero", referindo-se à capa de 2011, com o profeta Maomé.
"Não o devia ter feito mas Charb voltou a fazê-lo um ano mais tarde, em setembro de 2012", recorda.
A acusação, na edição desta semana da Nouvel Obs, irritou o advogado do Charlie Hebdo há 22 anos, Richard Malka, que respondeu com uma mensagem indignada a um dos donos da Nouvel Obs e do Le Monde.
"O Charb ainda nem foi enterrado e a Obs não encontra nada melhor para fazer do que publicar uma peça polémica e venenosa sobre ele", lamenta. "No outro dia, o editor da Nouvel Obs, Matthieu Croissandeau, não podia chorar mais enquanto dizia que ia continuar a lutar. Não sabia que a ideia era esta", acrescenta.
Croissandeau já respondeu: "Recebemos este texto e depois de um debate decidi publicá-lo numa edição com liberdade de expressão. Parecer-me-ia preocupante censurar esta voz, mesmo sendo discordante, Em particular porque esta voz é uma das pioneiras do grupo".
Esta não é a primeira vez que Roussel discorda publicamente do Charlie moderno, tendo acusado o antecessor de Charbonnier de transformar a publicação num órgão islamofóbico e zionista.
Fonte_visao.sapo.pt
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